Capacitação profissional em sepse neonatal, com foco na identificação precoce, fatores de risco, protocolos assistenciais e manejo seguro de enfermagem. O curso aborda avaliação clínica, monitorização, prevenção de infecções, administração segura de antimicrobianos, comunicação com a equipe e cuidado humanizado ao recém-nascido e à família.

Formação que prepara para a prática.
O Curso de Capacitação em Sepse Neonatal: Identificação Precoce, Protocolos e Manejo de Enfermagem foi desenvolvido para qualificar profissionais e estudantes da área da saúde na prevenção, no reconhecimento e na assistência ao recém-nascido com suspeita ou diagnóstico de sepse. A formação apresenta, de maneira clara, didática e profissional, os principais conceitos relacionados à sepse neonatal precoce e tardia, fatores de risco maternos e neonatais, manifestações clínicas, sinais de deterioração, avaliação sistematizada, investigação diagnóstica e comunicação segura entre os integrantes da equipe multiprofissional. O conteúdo aborda o manejo inicial do recém-nascido, monitorização dos sistemas respiratório, circulatório, neurológico, térmico e metabólico, coleta segura de exames, administração responsável de antimicrobianos, prevenção de infecções relacionadas à assistência e cuidados com cateteres e outros dispositivos invasivos. Também são trabalhados o Processo de Enfermagem, os registros assistenciais, a segurança do paciente, a comunicação acolhedora com os familiares e a humanização do cuidado neonatal. Casos clínicos, fluxogramas, checklists, atividades de simulação e questões de revisão auxiliam na aplicação prática do conhecimento. Ao final da capacitação, espera-se que o participante esteja mais preparado para identificar precocemente alterações no estado clínico do recém-nascido, comunicar situações de risco, executar cuidados de enfermagem com segurança e colaborar de forma efetiva com a equipe responsável pelo atendimento neonatal. O curso possui finalidade educacional e de aperfeiçoamento profissional. As condutas clínicas, prescrições, doses e decisões terapêuticas devem seguir a avaliação da equipe responsável e os protocolos vigentes em cada instituição de saúde.
